Terapia individual para adultos que querem olhar de frente para o que evitam nomear: desejo, abuso, crise de sentido, padrões que se repetem. Um espaço sem julgamentos, sem pressa e sem fórmula pronta.
Tem coisas que a gente carrega há tanto tempo que já nem sabe nomear. O meu trabalho começa exatamente aí: em dar palavra ao que ainda não tem. Antes de chegar à psicologia, passei pela enfermagem e pela pesquisa em ciências da saúde, e foi esse percurso que me tornou a psicóloga que sou hoje: alguém que entende o corpo, desconfia de respostas prontas e não tem medo de ficar perto do que é difícil.
Ao longo da minha formação, também me aproximei de temas que poucos espaços clínicos acolhem com seriedade: consciência, espiritualidade, experiências que transformam e desorientam ao mesmo tempo. Esse repertório não é um adorno na minha prática. É parte de como entendo o que significa cuidar de alguém por inteiro, considerando todos os caminhos que uma pessoa pode atravessar.
Cada passo dessa trajetória me deu uma lente diferente, e é a soma delas que sustenta a minha escuta.
Compulsão por pornografia e o desejo mediado por telas, e o que isso revela sobre presença e vínculo.
Abuso sexual e traumas de vínculo, e a sombra que projetam sobre as escolhas e os padrões de hoje.
O que ninguém conta: a ambivalência, a exaustão, a culpa e o luto silencioso da vida que havia antes.
Quando a vida cotidiana deixa de fazer sentido e a busca por algo maior se torna urgente demais.
Integração de experiências intensas e transformadoras, sem julgamento e sem espiritualizar o sofrimento.
A solidão que persiste mesmo cercada de gente: presente em quase toda história, raramente nomeada.
Quando a cabeça não desliga e o corpo vive em estado de alerta: entender a raiz, não só o sintoma.
O ponto em que o cansaço deixa de ser passageiro e começa a comprometer trabalho, corpo e relações.
Autoimagem, autocrítica excessiva e a dificuldade de se posicionar e ocupar espaço sem culpa.
Quando o dia a dia perde a cor: reconhecer cedo, sem minimizar e sem dramatizar o que se sente.
Elaborar o fim de um vínculo importante, sem a pressa de "ficar bem logo" e sem minimizar a dor.
Perdas de pessoas, de fases, de quem você foi, e o espaço para atravessá-las no seu tempo.
Pelo WhatsApp, por áudio ou texto, para ver se há conexão entre nós.
Definimos, em conjunto, frequência e formato, sempre 100% online.
Sessões num ritmo que respeita o seu tempo de elaboração.
Paramos para olhar o caminho percorrido e ajustar o que for preciso.
Como vínculos marcados por abuso reconfiguram nossa relação com a liberdade e a escolha, muito depois do fim.
Ler artigo →O que a pornografia compulsiva revela sobre a nossa relação com a presença, a intimidade e o próprio tempo.
Ler artigo →Por que experiências de expansão da consciência se tornaram um fenômeno contemporâneo de busca por sentido.
Ler artigo →Uma hora. Um tempo dedicado inteiramente a você, sem pressa.
Por videochamada, no horário que combinarmos. Você só precisa de um lugar reservado, onde possa falar à vontade, e uma conexão estável. O online não diminui o vínculo: muita gente se surpreende com o quanto é possível construir à distância.
Por uma questão ética, não divulgo valores publicamente. Conversamos sobre isso diretamente, com transparência, levando em conta a frequência, o formato e o momento em que você está.
O atendimento é particular, sem burocracia e sem limite de sessões definido por terceiros. Se o seu plano cobre psicólogos, emito recibo para você solicitar reembolso.
Não trabalho com prazos: cada processo tem o seu tempo. O que posso garantir é que há uma direção em tudo o que fazemos, e que paramos, de tempos em tempos, para olhar juntos o caminho já percorrido.
Sim. O sigilo é uma exigência ética da profissão, não uma cortesia minha. As raras exceções são as previstas no Código de Ética, situações de risco grave, e, mesmo nelas, a decisão busca proteger você.
Sim. Experiências espirituais, religiosas ou de expansão de consciência têm lugar aqui, tratadas com a seriedade que merecem, não patologizadas nem romantizadas.
Não. Quem chega antes da crise geralmente consegue trabalhar com mais profundidade e liberdade. Terapia pode começar pela curiosidade. Não precisa esperar o limite.
Se precisar remarcar, é só avisar com pelo menos 24 horas de antecedência, sem cobrança. Combinamos esses detalhes com clareza logo na primeira conversa, para que isso fique claro desde o início.
Quem está em processo comigo tem liberdade para entrar em contato, para ser ouvido, orientado ou encaminhado com cuidado. Em risco imediato, o pronto-socorro e o CVV (188) são o caminho mais seguro.
Atendimento individual para adultos, 100% online. Preencha o formulário ou escreva diretamente pelo WhatsApp.